As fotos abaixo mostram Xuxa e Odília no interior do ônibus. Toda a cobertura fotográfica no interior de veículo foi feita pelo jornalista Jorge Fábio Nascimento, o único repórter a entrar no veículo a convite da família da homenageada. Logo após, ele, gentilmente, cedeu estas quatro fotos ao Blog do Marcelo Lopes.As imagens abaixo revelam o carinho e a atenção de Xuxa com dona Odília que ganhou um livro de presente da apresentadora.




Fonte:blog do Marcelo Lopes
A primeira etapa do 9º Encontro do Fórum de Desenvolvimento Regional que aconteceu nesta sexta-feira, 4, no auditório da Policlínica Municipal, em Cataguases. Reúniu representantes de onze municípios da Zona da Mata e foi aberto pelo prefeito de Cataguases, William Lobo de Almeida, que destacou a união como forma de crescimento conjunto da região. A tarde houve discussões de propostas que serão inseridas no projeto final que será apresentado no Encontro em Miraí, no dia 25 de próximo.
Em seu pronunciamento o prefeito William lembrou as ações de seu governo que incentivam o desenvolvimento, salientando ao final que “este Fórum é bastante significativo porque ele parte do princípio de que é preciso união do todos os municípios para o crescimento da região”, salientou. Para a consultora de comunicação e responsabilidade social da Votorantim Metais, Lílian Santana, o Fórum alcançou plenamente seus objetivos. “Estamos muito satisfeitos porque percebemos um grande engajamento, um envolvimento muito expressivo das pessoas em todas as etapas do fórum. Por causa disso tenho certeza que vamos colher bons frutos para toda a região, principalmente porque este evento, em suas edições anteriores conseguiu promover a interação dos municípios participantes e esta troca de experiências já está produzindo projetos paralelos”, contou entusiasmada.

A palestra da manhã tratou o tema desenvolvimento e foi ministrada por Rafael Luchesi, graduado em Administração pela UFMG e atua desde 1993 em projetos de desenvolvimento local e na gestão de negócios e empreendedorismo. Ele destacou que o desenvolvimento precisa “do envolvimento pessoal de cada um”. A partir daí ele citou a integração regional como sendo um dos pilares deste crescimento. “Precisamos, principalmente, enfatizar o que temos de bom e conhecer aquilo que deve ser melhorado. A partir daí, devemos ter a consciência de que somos capazes de resolver nossos problemas porque é o somatório de todos que levará ao desenvolvimento”, assegurou.
A última ação do período da manhã foi a separação dos participantes em seis equipes que debateram, cada uma, um eixo temático de desenvolvimento, a saber: Desenvolvimento Agropecuário; Turismo; Preservação Ambiental; Industrialização e Comércio; Educação e Qualificação e Infraestrutura.
Fonte: Blog do Marcelo Lopes

Brasileiro que pagou R$ 5 mil para ser voluntário em Guadalajara exibe bandeira do País
Foto: Emanuel Colombari/Terra
- EMANUEL COLOMBARI
Direto de Guadalajara (México)
Entre os muitos voluntários dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, alguns brasileiros integram a lista. E entre os brasileiros, um deles chegou ao México com história para contar: Leonardo dos Reis, 32 anos, que participa da segunda edição consecutiva do evento.
Professor de educação física e tesoureiro da prefeitura de Cataguases, cidade mineira de cerca de 70 mil habitantes localizada a 300 km de Belo Horizonte, o voluntário é árbitro da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). E mesmo em meio a tantas atividades conseguiu férias para oferecer seus serviços ao Comitê Organizador do Pan de Guadalajara (Copag).
Leonardo chegou a Guadalajara em 11 de outubro, a três dias da cerimônia de abertura, e fica até 3 de novembro, sem participar dos Jogos Parapan-Americanos – culpa, segundo ele, do fim das férias. A brincadeira, porém, não saiu barata: ele mesmo calcula ter gasto cerca de R$5 mil para custear suas despesas, que envolveram passagens e hospedagem.
“Até tem como diminuir esse custo. Alguns voluntários daqui hospedam voluntários de fora em casa. Mas cheguei em cima da hora, não teve como”, conta Leonardo, que viajou sem saber se sua inscrição como voluntário seria aceita. “Viajei mais como turista, porque não tinha a confirmação”, explica.
Em seu processo de inscrição, Leonardo contou mais uma vez com uma “ajudinha”. Depois de participar da fase de capacitação geral e das provas online, teve que se ausentar das provas presenciais. “Duas viagens para o México no mesmo ano fica muito caro”, explica.
Leonardo, porém, foi aceito pelo Comitê Organizador dos Jogos Pan-Americanos (Copag). Atualmente, hospeda-de em um hotel e conta com alimentação e transporte às provas oferecidos pela organização. Ele comemora a presença no evento e o auxílio em provas – inclusive nas quais encontra atletas e outros voluntários do Brasil.
Os investimentos de Leonardo, porém, são menos incomuns do que podem parecer. “A alimentação durante os turnos de apoio (dos voluntários) quem proporciona é o comitê, e também o transporte até as sedes pan-americanas, além dos uniformes”, explica Alejandra Guitrón, responsável pela coordenação dos voluntários do Pan. O restante é por parte dos próprios interessados.
Ao todo, segundo a representante do Copag, 37 mil pessoas se ofereceram para trabalhar no Pan, dos quais 7,6 mil passaram pelo processo de seleção. Os escolhidos se registraram, foram entrevistados, fizeram provas de capacitação (online e especializada) e confirmaram a participação. Além de mexicanos e brasileiros, há também ajudantes de países como Colômbia, Venezuela e até da França.
Fora do Parapan, Leonardo não será uma exceção. “Dos 7,6 mil voluntários, somente 3 mil serão selecionados para os Jogos Parapan-Americanos”, explica Giuitrón.
Pan 2011 no Terra
O Terra transmite simultaneamente até 13 eventos, ao vivo e em HD, dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara via web, tablets e celular. Com uma equipe com mais de 220 profissionais, a maior empresa de Internet da América Latina realiza a mais completa cobertura da competição que acontece de 14 a 30 de outubro, trazendo, direto do México, a reação dos atletas, detalhes da organização e toda a competição, com conteúdo em texto, fotos, vídeos, infográficos e muita interatividade. Nas redes sociais, você acompanha a cobertura dos Jogos na fanpage do Terra, e confere os bastidores em tempo real no Facebook e no Twitter.
Acesse também a cobertura em:
http://m.terra.com.br/guadalajara2011
http://tablet.terra.com.br/guadalajara2011
http://wap.terra.com.br/pan2011/
http://www.facebook.com/TerraBrasil
O Jornal Literário Plástico Bolha começou a ser distribuído em Cataguases na noite desta sexta-feira, 21, no lançamento do livro “Uma Verde História”, de Joaquim Branco e Fernando Abritta, no Centro Cultural Humberto Mauro.
Foram distribuídos gratuitamente as últimas edições do PB apresentando o periódico aos presentes no local como preparação para a distribuição em massa que haverá no FELICA – Festival Literário de Cataguases – que acontecerá entre os dias 9 e 12 de novembro.
Publicado em CataguasesViva
Nota publicada no Facebook quase transforma em tragédia possível acidente com Xexéu
“QUE COVARDIA!!!! Esse pobre coitado – (a foto está ruim, mas acho que todo mundo conhece ele) -, figura conhece ele) -, figura folclórica aqui em Cataguases, saiu de sua casa no Bairro Guanabara, numa sexta-feira, e não voltou. No domingo a família foi procurada por policiais informando que ele havia sido espancado e jogado dentro de um poço desativado, mas ainda com água, no Bairro Pouso Alegre. O pobre coitado não morreu, mas a tortura foi tão brutal que ele ficou cego. Que absurdo!!! Que covardia!!!
Mas nós vamos ficar de braços cruzados, sem fazer nada, sem exigir providências de nossas autoridades??? Não!!! Exigimos a apuração desse triste fato. Precisamos descobrir os autores!!! SUA AJUDA É IMPORTANTE. Por favor, COMPARTILHE esta nota!!!”
Este comentário indignado e revoltado foi postado e compartilhado (ou seja, quem o leu também o postou, criando assim uma grande rede de divulgação do fato) no site de relacionamentos Facebook, no último final de semana. A “notícia” causou um verdadeiro rebuliço entre os internautas, o que é comum quando algo supostamente sério ali é publicado. Neste caso, especificamente, a “vÍtima” é o Xexéu, uma pessoa com problemas mentais muito conhecida dos cataguasenses porque vivia perambulando pelas ruas da cidade, sem rumo e sem incomodar ninguém. Certamente por causa de sua popularidade e de seu jeito inofensivo de ser, o fato despertou diversos sentimentos como pode-se perceber lendo os comentários no próprio Facebook, sendo os mais comuns a raiva, indignação, piedade e desejo de justiça.
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Dona Maria, mãe e quem
cuida de Xexéu. |
Mas, afinal, o que aconteceu com Xexéu? Ele teria sido mesmo vítima de espancamento ou tudo isso não passa de invencionice para chamar a atenção das pessoas? E onde está Xexéu? O Blog do Marcelo Lopes foi procurar resposta para estas perguntas. Com a ajuda dos policiais da 146ª Companhia Especial de Polícia Militar em Cataguases, localizou Xexéu e seus familiares na rua Teófilo Almeida, no alto do Bairro Guanabara, numa casinha simples e escura onde passa seus dias ao lado de seus irmãos (dez no total), sobrinhos e da mãe, Maria da Penha Caetanto, uma viúva de 68 anos de idade.
Jorge Luiz Tomáz, de 52 anos, é Xexéu. Desde criança sofre de uma doença mental e foi criado solto pelas ruas por conta de sua rebeldia ao desejo dos pais de mantê-lo a maior parte do tempo em casa, revela a mãe, dona Maria. “Com o tempo ele ficou conhecido das pessoas que “pegaram” carinho por ele e tratavam bem. Nunca ninguém judiou dele na rua. Ao contrário, as pessoas traziam ele de volta para casa” (sic), diz em voz baixa e com tranquilidade.
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Apesar de todos os problemas que
enfrenta, Xexéu sorri para a foto |
Xexéu vivia assim até o início deste ano quando em fevereiro “eu acho, né?, porque não lembro direito”, revela a mãe pedindo ajuda – em vão – da filha – em vão para recordar a data. Naquele dia Xexéu saiu de casa, como de costume, e só voltou na manhã seguinte, machucado e molhado, trazido pela PM. Os policiais o encontraram caído dentro do ribeirão Meia Pataca, próximo à Escola Municipal Turminha da Mônica. “A polícia disse que encontraram ele por volta das cinco horas da manhã, consciente, batendo queixo e machucado no rosto, nas pernas e o olho roxo” contou. Em seguida foi levado ao hospital para ser medicado e fazer os curativos voltando para casa imediatamente.
As feridas no corpo cicatrizaram logo, mas o problema maior ainda estava para acontecer. Segundo lembra dona Maria Caetano, “pouco tempo depois, acho que um mês mais ou menos, meu filho parou de enxergar e até hoje não recuperou a visão. Não sei se foi por causa do acontecido aquele dia no Pouso Alegre”, acrescenta resignada. Desde então Xexéu não sai mais de casa e precisa da ajuda de outra pessoa para comer, beber água, dormir, tomar seus remédios, ir de um lugar ao outro dentro de casa e fazer sua higiene pessoal. “Eu que cuido dele”, diz a mãe, com a voz sempre baixa e serena, acrescentando em seguida: “Mas sempre que meus filhos podem, também ajudam”.
A família tentou descobrir o que aconteceu com Xexéu, mas não conseguiu uma resposta definitiva. Segundo dona Maria, “a polícia disse que não descobriu nada, mas não acha que ele tenha sido espancado”, revela. Com base no relato de dona Maria há duas hipóteses para o que teria acontecido com Xexéu. A primeira e mais improvável seria um espancamento, principalmente porque nunca ocorrera até aquela data um fato de violência contra ele. A segunda é a de que estaria andando à margem do Meia Pataca, à noite, e se desequilibrou caindo na água. Escuro e assustado com a queda é bem provável que tenha se apavorado e ficado nervoso, inclusive com medo de morrer afogado, o que também teria impedido que ele conseguisse gritar por ajuda. Assim, pode ter ficado debatendo-se na água durante horas, querendo sair do ribeirão. Por causa destes movimentos e do estado de pânico que tomou conta dele feriu o corpo e o olho.
Fonte :Blog do Marcelo Lopes

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Pouco mais de 26% dos 5,3 milhões de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011 – o que corresponde a cerca de 1,37 milhão de candidatos – não compareceram nos dois dias de prova neste fim de semana. O índice médio de abstenção nesta edição foi ligeiramente inferior ao registrado no ano passado, quando 27,6% dos candidatos faltaram.
No segundo dia de provas, os candidatos tiveram que responder a 90 questões de matemática e linguagens, além da redação cujo tema foi Viver em Rede no Século 21: os limites entre o público e o privado. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), a aplicação foi encerrada às 18h30 sem ocorrência de incidentes.
Amanhã (24) o Inep disponibiliza os cadernos de prova do Enem 2011 em seu site na internet. Os gabaritos oficiais serão divulgados até quarta-feira (26).
Edição: Lílian Beraldo-Agência Brasil
MENOS TRÊS TRAFICANTES NAS RUAS
GUARNIÇÕES DO GRUPO TÁTICO ESTAVAM DE POLICIAMENTO PREVENTIVO NA DANCETERIA ACRÓPOLE NA MADRUGADA DO DIA 22, QUANDO UMA PESSOA OS PROCURARAM DIZENDO QUE HAVIA PESSOAS VENDENDO DROGAS NO INTERIOR DA DANCETERIA. APROVEITANDO QUE HAVIA DOIS MILITARES DE FOLGA NO INTERIOR, SENDO UM DO GRUPO TÁTICO E OUTRO DA CIDADE DE SANTANA DE CATAGUASES, ESTES MONITORARAM OS SUSPEITOS. APÓS A VISUALIZAÇÃO DOS SUSPEITOS. OS MILITARES ADENTRARAM E PRENDERAM TRÊS PESSOAS E RECOLHERAM OS SEGUINTES MATERIAIS: 05 (CINCO) PAPELOTES DE COCAÍNA E A QUANTIA DE R$ 1.157,00 (HUM MIL CENTO E CINQUENTA E SETE REAIS EM MOEDA CORRENTE). FOI OS AUTORES PRESOS E ENCAMINHADOS PARA A DELEGACIA.
Postado por 146ª CIA ESP PM
A PRAÇA SANTA RITA E A PONTE METÁLICA.
Cada vez que estaciono na Praça Santa Rita, sempre penso qual a razão de tanto descaso com a mesma, certamente é um problema de avaliação, ou seja, os envolvidos no problema não têm a noção exata da praça, uma das mais belas que já vi, e olha que fui apresentado a muitas por esse mundo afora.
Não vai aqui nenhuma observação critica, mas sim o que poderia ser feito, para resgatarmos a importância que a mesma teve em um passado recente.
Vou arriscar uma idéia, porque não conseguimos junto a empresários, comerciantes, cidadãos comuns enfim a quem esteja disposto a ajudar, os fundos para recuperar a praça, depois seguindo o mesmo raciocínio se faria a manutenção da mesma.
É possível que a Prefeitura esteja aguardando, verba do Governo Federal para a reforma. Mas quando vira essa verba?
Agora que a ponte metálica esta iluminada, e por sinal que beleza, imagine uma pessoa passando por ela a noite, e desembocando na Praça Santa Rita iluminada e com o Chafariz funcionando seria um espetáculo deslumbrante, e garanto que geraria turismo das cidades vizinhas que não resistiriam a ver em loco este espetáculo magnífico.
Não quero me intrometer nas atribuições de outras pessoas, o que me deixa impaciente, é estarmos deixando passar uma oportunidade, que poucas cidades na região têm, quiçá no estado. Vamos mobilizar a cidade para esta idéia.
Um super 2011 para todos.
Alfredo Loureiro
aconteceu
imagem praça

Cada vez que estaciono na Praça Santa Rita, sempre penso qual a razão de tanto descaso com a mesma, certamente é um problema de avaliação, ou seja, os envolvidos no problema não têm a noção exata da praça, uma das mais belas que já vi, e olha que fui apresentado a muitas por esse mundo afora.
Não vai aqui nenhuma observação critica, mas sim o que poderia ser feito, para resgatarmos a importância que a mesma teve em um passado recente.
Vou arriscar uma idéia, porque não conseguimos junto a empresários, comerciantes, cidadãos comuns enfim a quem esteja disposto a ajudar, os fundos para recuperar a praça, depois seguindo o mesmo raciocínio se faria a manutenção da mesma.
É possível que a Prefeitura esteja aguardando, verba do Governo Federal para a reforma. Mas quando vira essa verba?
Agora que a ponte metálica esta iluminada, e por sinal que beleza, imagine uma pessoa passando por ela a noite, e desembocando na Praça Santa Rita iluminada e com o Chafariz funcionando seria um espetáculo deslumbrante, e garanto que geraria turismo das cidades vizinhas que não resistiriam a ver em loco este espetáculo magnífico.
Não quero me intrometer nas atribuições de outras pessoas, o que me deixa impaciente, é estarmos deixando passar uma oportunidade, que poucas cidades na região têm, quiçá no estado. Vamos mobilizar a cidade para esta idéia.
Um super 2011 para todos.
Alfredo Loureiro
Você conhece a Deus ?
Você conhece a Deus?” Quantas vezes usamos esta pergunta para descobrir o estado espiritual de alguém.
“Conheço”, a maioria das pessoas dirá, sem fazer idéia de que conhecem a Deus tanto quanto conhecem o presidente dos Estados Unidos — só de ouvir falar.
Mas, vamos voltar a pergunta para nós mesmos: Eu conheço a Deus? Sou evangélico; canto hinos e corinhos sobre Deus; oro e louvo a Deus; falo dele aos outros. Mas eu o conheço mesmo? Ou sou igual ao moribundo Jó? Depois de vários meses de intenso sofrimento ele chega à conclusão de que, apesar de todas as riquezas e demais bênçãos recebidas da mão do Senhor, só o conhecia de ouvir (Jó 42:5)
O livro de Êxodo (6:2-6) narra uma conversa de Deus com Moisés depois de seu primeiro encontro com Faraó: “Falou mais Deus a Moisés e lhe disse: “Eu sou o SENHOR (Javé). Apareci a Abraão, a Isaque, e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso (El Shaddai); mas pelo meu nome, O SENHOR, não lhes fui conhecido… Portanto dize aos filhos de Israel: Eu sou o SENHOR…”
Já estamos no início do século vinte e um. Mas a maioria dos evangélicos ainda se encontra na companhia de Abraão e família, conhecendo a Deus apenas como El Shaddai, o Todo Poderoso, o Deus que FAZ (faz chover “bênçãos” quando as pedimos e resolve todos os nossos problemas físicos e financeiros), permitindo-nos viver uma vida tranqüila de fartura e felicidade.
O problema com essa filosofia de felicidade é o mesmo que Moisés enfrentou do outro lado do Mar Vermelho. O povo festejava a vitória sobre os egípcios. Tudo corria bem. Aliviados, contemplavam os corpos dos soldados egípcios boiando no mar e tinham Deus como herói, o fantástico e maravilhoso libertador de seu povo. Bastaram três dias no deserto de Sur e uma sede de matar, e se esqueceram de que Deus era Todo-Poderoso. Fizeram como você e eu fazemos quando as coisas não acontecem do nosso jeito: se puseram a murmurar, reclamar e duvidar do amor de Deus. Só porque os deixou passar por uma provação considerada incômoda e indesejável.
O contraste entre as atitudes de Moisés e as do povo de Israel durante quarenta anos de milagres, batalhas e provações é muito marcante. Surge a pergunta: Será que eu conheço mesmo a este Deus de Moisés, o SENHOR, o Eterno, com quem ele tinha tanta intimidade, ou conheço apenas as manifestações de seu poder? Minha fé se baseia em seu caráter santo e na sua Palavra infalível, ou apenas nas evidências visíveis de seu amor? Por que minha fé balança quando faltam as evidências?
Troquei de carro certa vez e levei prejuízo, pois logo em seguida apareceram defeitos inesperados. Culpa de quem? Eu tinha buscado a Deus. Pedi a bênção dEle sobre o negócio. Por que não me livrou do prejuízo? Golpeado pelos problemas que surgiam, baqueava minha tênue fé até me deixar triste e abalado. Onde estava Deus na hora da minha necessidade, pois tinha confiado nEle?
Descobri uma triste realidade: Eu não estava confiando no amor de Deus. Minha fé estava alicerçada nas evidências deste amor, e quando as provas faltaram a fé se abalou. Ela deveria estar firmada no caráter imutável de Deus, pois Ele me ama quando tudo vai bem e o mesmo tanto quando, aparentemente, tudo vai mal.
Mesmo Jó reconheceu sua obrigação de aceitar do Senhor tanto o bem quanto o mal (Jó 2:10). No final deste tempo de aflição eu tive que confessar com Jó: “Eu te conhecia só de ouvir mas agora os meus olhos te vêem” (Jó 42:5).
Quando o nosso mundo desaba com os vendavais da vida, ou perdemos a saúde a pedido do diabo, podemos dizer como o apóstolo Paulo: “Eu sei em quem tenho crido” (II Tm.1:12)? Nossas reações numa hora como essa nos mostram a base de nossa fé, se é o próprio Deus ou apenas as bênçãos que estamos acostumados a receber.
Há muitos ventos de doutrina assolando a igreja atualmente, deixando muitos irmãos confusos e frustrados. Mas são as mesmas velhas astúcias do diabo, envoltas em roupagens modernas e coloridas. É como diz Oswald Chambers1 : “São coisas justas, nobres e boas do ponto de vista natural que nos mantêm afastados do melhor de Deus”. Pode ser a atração de “cair no Espírito”, de rir sem parar, de ficar rico, de ter autoridade sobre anjos, de ter saúde perfeita, de ir ao céu e voltar, de ter uma visão de Jesus, de ouvir a voz audível de Deus falando com você, de andar de carro importado, ou outra “bênção” qualquer. Tudo que nos faz tirar os olhos de Jesus, o Filho de Deus, nosso ADONAI (SENHOR), em quem devemos estar crendo sem vacilar, se tornará em armadilha para as nossas almas. O povo de Israel no deserto aceitava os sinais, milagres e bênçãos, mas queria distância do Deus que os amava e abençoava.
Deus pode nos dar ou deixar de dar quaisquer bênçãos materiais. A questão é se vamos confiar nEle mesmo quando não as recebermos. Deus permitiu a degola de João Batista a pedido de uma mulher adúltera, a crucificação de Jesus apesar de sua inocência, e ataques do inimigo contra Paulo durante toda sua vida. Nós aceitamos tudo isso sem problema, mas não aceitamos que Deus possa permitir uma calamidade em nossa vida. Achamos tempo para correr atrás de cada nova promessa de bênção, unção e manifestação, mas não temos tempo para meditar dia e noite na Palavra para conhecermos ao Deus eterno de quem fluem todas as bênçãos espirituais que já são nossas em Cristo Jesus.
Vivemos dias difíceis. E a Bíblia promete dias piores antes da vinda de Jesus. Muitos estão sendo enganados e a fé de muitos está se esfriando. Se quisermos perseverar e permanecer fiéis até o fim, há uma única maneira de nos salvar do engano e das astúcias do inimigo: Uma vida de INTIMIDADE com DEUS através da INTIMIDADE com a PALAVRA. Que a nossa atitude seja, não a do povo de Israel, à busca de bênçãos, e sim, a de Moisés, expressa em Êxodo 33:13: “…rogo-te que me faças saber neste momento o teu caminho, para que eu te conheça, e ache graça aos teus olhos…”Você conhece a Deus?” Quantas vezes usamos esta pergunta para descobrir o estado espiritual de alguém.

O prefeito de Cataguases, em entrevista a uma emissora de rádio, disse que preferiu comprar o Edgard Cine-teatro, em vez de adquirir a Casa da Rua Alferes. Alegou ter tomado essa decisão por julgar o cinema mais importante para o município. Mero exercício de retórica e que carece de fundamento.
O cinema foi projetado pelos arquitetos Aldary Toledo e Carlos Leão na metade do século passado (1953). O prédio é constituído pelo Edgard Cine-Teatro, no térreo, Secretaria de Cultura, pavimento superior e lojas subterrâneas. Foi tombado pelo Iphan – Instituto do Patrimônio Artístico Nacional por conta de suas características modernistas. Sem dúvida, trata-se de uma arrojada construção. Oferece acomodação para 980 pessoas, sem contar o “balcão”, atualmente desativado; possui um belo e amplo palco, camarins e bastidores.
Já a Casa da Rua Alferes, embora não tenha merecido maior atenção e estudos do Iphan, provavelmente, teve sua construção iniciada ainda no final do século XIX. Foi a terceira residência da zona urbana do município. O imóvel, agora em “terra nua”, fica no número 130 da Rua Alferes Henrique José de Azevedo. Pertence aos herdeiros do senhor Antônio Januário Carneiro, antigo, serventuário da Justiça. Os que ali moravam davam ênfase às características históricas da construção, hoje demolida: alicerce (ou base), construído com a sobreposição de grandes pedras, provavelmente com mãos escravas; telhado em estilo colonial; pé-direito elevado; muitos cômodos, todos janelados, não faltando os destinados às visitas; varanda com acessos laterais; cozinha com fogão a lenha e quintal com fruteiras produzindo em profusão. Tudo reproduzia ali a estética da época dos que escapavam à realidade de uma vida mais simples, sem maiores fortunas.
Até meados do ano, a Casa da Rua Alferes foi objeto de desapropriação pública, processo iniciado ainda no governo Tarcísio Henriques. Num de seus últimos despachos, em meados de 2010, a juíza concedeu sua posse ao município, mediante depósito judicial de seis parcelas de R$ 40.200,00. A prefeitura, em petição, renunciou a esse direito alegando falta de recursos. O processo foi encerrado e é fato consumado que nosso prefeito deixou de comprar por R$ 240 mil, em seis vezes, um imóvel que, hoje, já deve ter sido negociado na iniciativa privada por R$ 750 mil. É preciso deixar registrado também que o Superintendente do IPHAN Minas, senhor Leonardo Barreto, esteve no imóvel e comprometeu-se a buscar recursos federais para a sua restauração, caso o município efetivasse a sua compra e o repassasse para o Governo Federal. O instituto tinha a intenção de abrigar ali o seu escritório de representação, uma reivindicação antiga do Conselho de Engenharia de Cataguases.
O Cine – Edgard também entrou em processo de desapropriação no mês passado. Ainda não foi adquirido, como anunciado. O Decreto foi publicado quando a proprietária, residente na cidade de Ubá- MG, pegando a onda da divulgação de uma infundada nota do jornalista Anselmo Góis no O Globo, encaminhou ofício à prefeitura, comunicando não ter interesse de manter o contrato de locação com o município. A senha de que pretendia vender o imóvel estava dada e a Procuradoria corretamente, decretou a sua desapropriação.
Não há dúvidas de que o valor pecuniário do Edgard Cine-Teatro, a ser atribuído pela justiça para conceder a sua posse provisória ao município, será bem maior que o estabelecido para a aquisição da Casa da Rua Alferes. Nosso prefeito, o mesmo que abriu mão de comprar um imóvel por R$ 240 mil, em seis parcelas alegando não ter dinheiro, espero, já deve ter merecido do governador de Minas, Antônio Anastasia, um compromisso de aporte desses recursos para fazer frente à demanda da compra do cinema. Caso contrário, estaremos convivendo com mais um blefe público e o processo de desapropriação do Edgard Cine-Teatro seguirá o destino dado ao da Casa da Rua Alferes: será encerrado e o prédio poderá também ficar sob os desígnios da iniciativa privada e sua lógica arrecadadora. Minha esperança é de que o governador tucano, vencido nas urnas em nossa cidade, já tenha “digerido o sapo“ e agora esteja pensando em aqui investir, como estratégia de conseguir reconhecimento político e votos no futuro. Será?
Por Vanderlei Pequeno(Vereador)
Câmara Municipal de Cataguases elege novo presidente
Contando nove votos favoráveis e um em branco, em votação secreta na sessão ordinária realizada na noite da última terça-feira, dia 14, o vereador Antônio Batista Pereira, o popular Antônio Beleza (PP), foi eleito Presidente da Câmara Municipal de Cataguases para o biênio 2011/2012. Aprovados em chapa única, também passam a ocupar suas respectivas funções na nova Mesa Diretora os vereadores João do Carmo Lima, Boiadeiro (DEM) (vice-presidente), Fernando Medeiros Pereira (PSDB) (secretário) e Jorge Luiz Vilela (PR) (tesoureiro). Os eleitos serão empossados em solenidade no próximo dia 1º de janeiro.
Após a votação, o atual Presidente, Vicente de Paulo Dias, o Vicente do Bemge, visivelmente emocionado, fez um breve relato dos últimos dois anos em que conduziu as pautas do Legislativo Municipal. “Valeu muito a pena. Acredito que o ritmo de trabalho que aqui exercemos preservou a autonomia total desta Casa sem que perdêssemos de vista a harmonia entre os Poderes visando sempre os interesses do povo de Cataguases”. Vicente também citou as reformas e benfeitorias realizadas nas dependências da Câmara de Cataguases.
Natural de Miraí, mas antigo morador do Bairro Ibrahim, o novo Presidente da Câmara de Cataguases tem 51 anos de idade e exerce o terceiro mandato consecutivo de vereador. Serralheiro-soldador de profissão, Antônio Beleza é casado com Marluce das Graças Piobelo e tem duas filhas. Em seu pronunciamento, agradeceu a confiança dos colegas e destacou o compromisso de trabalhar “em benefício da comunidade, em conjunto com os demais vereadores, em harmonia com o Poder Executivo e sempre priorizando projetos de real importância para o município”.
Por ASS. COM. PMC
aconteceu
imagem mesa diretora

Contando nove votos favoráveis e um em branco, em votação secreta na sessão ordinária realizada na noite da última terça-feira, dia 14, o vereador Antônio Batista Pereira, o popular Antônio Beleza (PP), foi eleito Presidente da Câmara Municipal de Cataguases para o biênio 2011/2012. Aprovados em chapa única, também passam a ocupar suas respectivas funções na nova Mesa Diretora os vereadores João do Carmo Lima, Boiadeiro (DEM) (vice-presidente), Fernando Medeiros Pereira (PSDB) (secretário) e Jorge Luiz Vilela (PR) (tesoureiro). Os eleitos serão empossados em solenidade no próximo dia 1º de janeiro.

Após a votação, o atual Presidente, Vicente de Paulo Dias, o Vicente do Bemge, visivelmente emocionado, fez um breve relato dos últimos dois anos em que conduziu as pautas do Legislativo Municipal. “Valeu muito a pena. Acredito que o ritmo de trabalho que aqui exercemos preservou a autonomia total desta Casa sem que perdêssemos de vista a harmonia entre os Poderes visando sempre os interesses do povo de Cataguases”. Vicente também citou as reformas e benfeitorias realizadas nas dependências da Câmara de Cataguases.
Natural de Miraí, mas antigo morador do Bairro Ibrahim, o novo Presidente da Câmara de Cataguases tem 51 anos de idade e exerce o terceiro mandato consecutivo de vereador. Serralheiro-soldador de profissão, Antônio Beleza é casado com Marluce das Graças Piobelo e tem duas filhas. Em seu pronunciamento, agradeceu a confiança dos colegas e destacou o compromisso de trabalhar “em benefício da comunidade, em conjunto com os demais vereadores, em harmonia com o Poder Executivo e sempre priorizando projetos de real importância para o município”.
Por ASS. COM. PMC
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