COMO AGIR NO PERÍODO DE CHUVAS
COMO AGIR NO PERÍODO DE CHUVAS
Desobstrua as calhas e ladrões.
Mantenha limpos os ralos, esgotos, galerias, valas.
Evite jogar lixo nas encostas e córregos. Isso aumenta o perigo de deslizamentos e enchentes.
Se puder, junte os vizinhos para retirar o lixo que já está lá. Peça ajuda a Prefeitura.
Não deixe que a água que sai de sua casa cair direto no solo. Faça valetas, dirigindo a água para um local próprio.
Retire entulhos dos quintais, áreas, becos, ruas, etc.
Faça aterramento dos buracos que acumulam águas.
Reforce ou escore muros e paredes pouco confiáveis.
Providencie a poda ou corte de árvores com risco de queda (procure a Prefeitura, IEF, Corpo de Bombeiros e CEMIG, no caso de iminente queda sobre fiação).
Não jogue lixo ou entulho nas bocas de lobo da rua, em córregos e rios.
Evite obstruir a passagem de água fluvial de sua divisa com o vizinho.
Evite armazenar grandes quantidades de alimentos, pois podem ser levados pelas águas ou entrar em processo de deterioração.
Providencie material de primeiros socorros e medicamentos usuais da família.
Incentive a criação de grupos de cooperação entre os moradores, em locais de risco.
Estabeleça contatos e maior relacionamento com pessoas residentes nas proximidades, mas fora do local de risco, que possam receber e guardar seu mobiliário ou abrigar família, em caso de inundação.
Procure conhecer, através da CODEMA (Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente)/Prefeitura de seu município, os abrigos e os meios de evacuação que serão utilizados em caso de calamidade.
Durante as chuvas mantenha um membro da família atento e vigilante ao nível de subida das águas, mesmo à noite.
Tenha sempre lanternas e pilhas em condições de uso.
Fique atento aos sinais de desmoronamento: cercas, árvores e postes inclinados, trincas e rachaduras nas paredes ou no chão, perto dos barrancos, degraus junto aos barrancos, muros e paredes ?embarrigados.
Não deixe as crianças brincarem em enxurradas à margem de córregos ou em beira de barrancos.
Fique atento aos sinais de inundação: a água do córrego sobe rapidamente (mesmo que não estiver chovendo). A água do córrego fica barrenta. Se isso acontecer, procure abrigo seguro até a Prefeitura tomar as providências. Se você tiver dúvidas, peça uma vistoria.
Não entre em pânico nem se arrisque tentando salvar móveis e objetos de valor. Sua vida vale muito mais.
Deixe o rádio ligado em estações locais. Pode ser útil à captação de mensagens de esclarecimentos ou alarmes.
Armazene água potável.
Mantenha os objetos de maior valor, os móveis e aparelhos, na parte mais elevada da casa.
Aparelhos elétricos quando molhados tornam-se perigosos. É melhor desligar a energia.
Mantenha as portas e janelas da casa sempre bem fechadas ou trancadas, assim que seja necessário o abandono, a fim de evitar a entrada de escombros e de animais peçonhentos.
Se notar que o nível da água está subindo, desligue a chave de luz.
Seja rápido na iminência de inundações, desabamentos e soterramentos.
Nos casos de maior gravidade (havendo muita infiltração, algum barulho estranhos, rachaduras nas paredes, etc.), abandone sua residência. É preferível perder bens à vida.
Quem mora às margens de rios e próximo a encostas também deve sair de casa. Procure manter a calma acima de tudo.
Providencie a evacuação do local e retirada das pessoas que ainda estão correndo riscos.
Se possível, providencie socorro às vítimas.
Transmita alarme aos vizinhos em caso de súbita elevação das águas.
Nas ruas, evite abrigar-se sob árvores. Elas atraem raios, assim como seus galho podem ferir. Cuidado ainda com as marquises: elas podem estar em péssimo estado de conservação e desabar.
Na iminência de ser levado pelas águas, procure agarrar-se em algum obstáculo ou subir em algum objeto flutuante.
As águas das enchentes são pesadas e violentas. Mesmo que você saiba nadar bem, não se arrisque em travessias ou brincadeiras.
Se seu mobiliário tiver de ser transportado para um abrigo, procure etiquetá-lo ou identificá-lo de alguma forma.
Estando de carro procure um local alto e espere o nível de água baixar.
Poças de água podem ocultar crateras ou buracos;
Evite andar ao lado de caminhões e ônibus; a marola provocada por eles pode inundar o seu carro.
Ao atravessar poças, mantenha aceleração contínua e evite trocar de marcha. Em hipótese alguma, a água pode entrar pelo cano de descarga.
Caso seja atingido pela enchente ficar atento com as crianças.
Colocar nas mãos e pés, sacos plásticos para evitar contato direto com a água poluída.
Não esquecer dos animais domésticos.
Desligar o relógio da energia elétrica.
Fechar o hidrômetro de água.
Deixar portas e janelas abertas.
Ficar atentos com possíveis bichos como: cobras, aranhas e outros bichos que vem com as águas.
Ajudar se possível o seu vizinho.
Essas ações podem salvar vidas, o melhor remédio é a prevenção.
Fonte: www.policiamilitar.mg.gov.br
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Mantenha limpos os ralos, esgotos, galerias, valas.
Evite jogar lixo nas encostas e córregos. Isso aumenta o perigo de deslizamentos e enchentes.
Se puder, junte os vizinhos para retirar o lixo que já está lá. Peça ajuda a Prefeitura.
Não deixe que a água que sai de sua casa cair direto no solo. Faça valetas, dirigindo a água para um local próprio.
Retire entulhos dos quintais, áreas, becos, ruas, etc.
Faça aterramento dos buracos que acumulam águas.
Reforce ou escore muros e paredes pouco confiáveis.
Providencie a poda ou corte de árvores com risco de queda (procure a Prefeitura, IEF, Corpo de Bombeiros e CEMIG, no caso de iminente queda sobre fiação).
Não jogue lixo ou entulho nas bocas de lobo da rua, em córregos e rios.
Evite obstruir a passagem de água fluvial de sua divisa com o vizinho.
Evite armazenar grandes quantidades de alimentos, pois podem ser levados pelas águas ou entrar em processo de deterioração.
Providencie material de primeiros socorros e medicamentos usuais da família.
Incentive a criação de grupos de cooperação entre os moradores, em locais de risco.
Estabeleça contatos e maior relacionamento com pessoas residentes nas proximidades, mas fora do local de risco, que possam receber e guardar seu mobiliário ou abrigar família, em caso de inundação.
Procure conhecer, através da CODEMA (Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente)/Prefeitura de seu município, os abrigos e os meios de evacuação que serão utilizados em caso de calamidade.
Durante as chuvas mantenha um membro da família atento e vigilante ao nível de subida das águas, mesmo à noite.
Tenha sempre lanternas e pilhas em condições de uso.
Fique atento aos sinais de desmoronamento: cercas, árvores e postes inclinados, trincas e rachaduras nas paredes ou no chão, perto dos barrancos, degraus junto aos barrancos, muros e paredes ?embarrigados.
Não deixe as crianças brincarem em enxurradas à margem de córregos ou em beira de barrancos.
Fique atento aos sinais de inundação: a água do córrego sobe rapidamente (mesmo que não estiver chovendo). A água do córrego fica barrenta. Se isso acontecer, procure abrigo seguro até a Prefeitura tomar as providências. Se você tiver dúvidas, peça uma vistoria.
Não entre em pânico nem se arrisque tentando salvar móveis e objetos de valor. Sua vida vale muito mais.
Deixe o rádio ligado em estações locais. Pode ser útil à captação de mensagens de esclarecimentos ou alarmes.
Armazene água potável.
Mantenha os objetos de maior valor, os móveis e aparelhos, na parte mais elevada da casa.
Aparelhos elétricos quando molhados tornam-se perigosos. É melhor desligar a energia.
Mantenha as portas e janelas da casa sempre bem fechadas ou trancadas, assim que seja necessário o abandono, a fim de evitar a entrada de escombros e de animais peçonhentos.
Se notar que o nível da água está subindo, desligue a chave de luz.
Seja rápido na iminência de inundações, desabamentos e soterramentos.
Nos casos de maior gravidade (havendo muita infiltração, algum barulho estranhos, rachaduras nas paredes, etc.), abandone sua residência. É preferível perder bens à vida.
Quem mora às margens de rios e próximo a encostas também deve sair de casa. Procure manter a calma acima de tudo.
Providencie a evacuação do local e retirada das pessoas que ainda estão correndo riscos.
Se possível, providencie socorro às vítimas.
Transmita alarme aos vizinhos em caso de súbita elevação das águas.
Nas ruas, evite abrigar-se sob árvores. Elas atraem raios, assim como seus galho podem ferir. Cuidado ainda com as marquises: elas podem estar em péssimo estado de conservação e desabar.
Na iminência de ser levado pelas águas, procure agarrar-se em algum obstáculo ou subir em algum objeto flutuante.
As águas das enchentes são pesadas e violentas. Mesmo que você saiba nadar bem, não se arrisque em travessias ou brincadeiras.
Se seu mobiliário tiver de ser transportado para um abrigo, procure etiquetá-lo ou identificá-lo de alguma forma.
Estando de carro procure um local alto e espere o nível de água baixar.
Poças de água podem ocultar crateras ou buracos;
Evite andar ao lado de caminhões e ônibus; a marola provocada por eles pode inundar o seu carro.
Ao atravessar poças, mantenha aceleração contínua e evite trocar de marcha. Em hipótese alguma, a água pode entrar pelo cano de descarga.
Caso seja atingido pela enchente ficar atento com as crianças.
Colocar nas mãos e pés, sacos plásticos para evitar contato direto com a água poluída.
Não esquecer dos animais domésticos.
Desligar o relógio da energia elétrica.
Fechar o hidrômetro de água.
Deixar portas e janelas abertas.
Ficar atentos com possíveis bichos como: cobras, aranhas e outros bichos que vem com as águas.
Ajudar se possível o seu vizinho.
Essas ações podem salvar vidas, o melhor remédio é a prevenção.
Fonte: www.policiamilitar.mg.gov.br
A PRAÇA SANTA RITA E A PONTE METÁLICA.
A PRAÇA SANTA RITA E A PONTE METÁLICA.
Cada vez que estaciono na Praça Santa Rita, sempre penso qual a razão de tanto descaso com a mesma, certamente é um problema de avaliação, ou seja, os envolvidos no problema não têm a noção exata da praça, uma das mais belas que já vi, e olha que fui apresentado a muitas por esse mundo afora.
Não vai aqui nenhuma observação critica, mas sim o que poderia ser feito, para resgatarmos a importância que a mesma teve em um passado recente.
Vou arriscar uma idéia, porque não conseguimos junto a empresários, comerciantes, cidadãos comuns enfim a quem esteja disposto a ajudar, os fundos para recuperar a praça, depois seguindo o mesmo raciocínio se faria a manutenção da mesma.
É possível que a Prefeitura esteja aguardando, verba do Governo Federal para a reforma. Mas quando vira essa verba?
Agora que a ponte metálica esta iluminada, e por sinal que beleza, imagine uma pessoa passando por ela a noite, e desembocando na Praça Santa Rita iluminada e com o Chafariz funcionando seria um espetáculo deslumbrante, e garanto que geraria turismo das cidades vizinhas que não resistiriam a ver em loco este espetáculo magnífico.
Não quero me intrometer nas atribuições de outras pessoas, o que me deixa impaciente, é estarmos deixando passar uma oportunidade, que poucas cidades na região têm, quiçá no estado. Vamos mobilizar a cidade para esta idéia.
Um super 2011 para todos.
Alfredo Loureiro
aconteceu
imagem praça
Cada vez que estaciono na Praça Santa Rita, sempre penso qual a razão de tanto descaso com a mesma, certamente é um problema de avaliação, ou seja, os envolvidos no problema não têm a noção exata da praça, uma das mais belas que já vi, e olha que fui apresentado a muitas por esse mundo afora.Não vai aqui nenhuma observação critica, mas sim o que poderia ser feito, para resgatarmos a importância que a mesma teve em um passado recente.
Vou arriscar uma idéia, porque não conseguimos junto a empresários, comerciantes, cidadãos comuns enfim a quem esteja disposto a ajudar, os fundos para recuperar a praça, depois seguindo o mesmo raciocínio se faria a manutenção da mesma.
É possível que a Prefeitura esteja aguardando, verba do Governo Federal para a reforma. Mas quando vira essa verba?
Agora que a ponte metálica esta iluminada, e por sinal que beleza, imagine uma pessoa passando por ela a noite, e desembocando na Praça Santa Rita iluminada e com o Chafariz funcionando seria um espetáculo deslumbrante, e garanto que geraria turismo das cidades vizinhas que não resistiriam a ver em loco este espetáculo magnífico.
Não quero me intrometer nas atribuições de outras pessoas, o que me deixa impaciente, é estarmos deixando passar uma oportunidade, que poucas cidades na região têm, quiçá no estado. Vamos mobilizar a cidade para esta idéia.
Um super 2011 para todos.
Alfredo Loureiro
O Edgard e a Casa da Rua Alferes
Você conhece a Deus ?
Você conhece a Deus?” Quantas vezes usamos esta pergunta para descobrir o estado espiritual de alguém.
“Conheço”, a maioria das pessoas dirá, sem fazer idéia de que conhecem a Deus tanto quanto conhecem o presidente dos Estados Unidos — só de ouvir falar.
Mas, vamos voltar a pergunta para nós mesmos: Eu conheço a Deus? Sou evangélico; canto hinos e corinhos sobre Deus; oro e louvo a Deus; falo dele aos outros. Mas eu o conheço mesmo? Ou sou igual ao moribundo Jó? Depois de vários meses de intenso sofrimento ele chega à conclusão de que, apesar de todas as riquezas e demais bênçãos recebidas da mão do Senhor, só o conhecia de ouvir (Jó 42:5)
O livro de Êxodo (6:2-6) narra uma conversa de Deus com Moisés depois de seu primeiro encontro com Faraó: “Falou mais Deus a Moisés e lhe disse: “Eu sou o SENHOR (Javé). Apareci a Abraão, a Isaque, e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso (El Shaddai); mas pelo meu nome, O SENHOR, não lhes fui conhecido… Portanto dize aos filhos de Israel: Eu sou o SENHOR…”
Já estamos no início do século vinte e um. Mas a maioria dos evangélicos ainda se encontra na companhia de Abraão e família, conhecendo a Deus apenas como El Shaddai, o Todo Poderoso, o Deus que FAZ (faz chover “bênçãos” quando as pedimos e resolve todos os nossos problemas físicos e financeiros), permitindo-nos viver uma vida tranqüila de fartura e felicidade.
O problema com essa filosofia de felicidade é o mesmo que Moisés enfrentou do outro lado do Mar Vermelho. O povo festejava a vitória sobre os egípcios. Tudo corria bem. Aliviados, contemplavam os corpos dos soldados egípcios boiando no mar e tinham Deus como herói, o fantástico e maravilhoso libertador de seu povo. Bastaram três dias no deserto de Sur e uma sede de matar, e se esqueceram de que Deus era Todo-Poderoso. Fizeram como você e eu fazemos quando as coisas não acontecem do nosso jeito: se puseram a murmurar, reclamar e duvidar do amor de Deus. Só porque os deixou passar por uma provação considerada incômoda e indesejável.
O contraste entre as atitudes de Moisés e as do povo de Israel durante quarenta anos de milagres, batalhas e provações é muito marcante. Surge a pergunta: Será que eu conheço mesmo a este Deus de Moisés, o SENHOR, o Eterno, com quem ele tinha tanta intimidade, ou conheço apenas as manifestações de seu poder? Minha fé se baseia em seu caráter santo e na sua Palavra infalível, ou apenas nas evidências visíveis de seu amor? Por que minha fé balança quando faltam as evidências?
Troquei de carro certa vez e levei prejuízo, pois logo em seguida apareceram defeitos inesperados. Culpa de quem? Eu tinha buscado a Deus. Pedi a bênção dEle sobre o negócio. Por que não me livrou do prejuízo? Golpeado pelos problemas que surgiam, baqueava minha tênue fé até me deixar triste e abalado. Onde estava Deus na hora da minha necessidade, pois tinha confiado nEle?
Descobri uma triste realidade: Eu não estava confiando no amor de Deus. Minha fé estava alicerçada nas evidências deste amor, e quando as provas faltaram a fé se abalou. Ela deveria estar firmada no caráter imutável de Deus, pois Ele me ama quando tudo vai bem e o mesmo tanto quando, aparentemente, tudo vai mal.
Mesmo Jó reconheceu sua obrigação de aceitar do Senhor tanto o bem quanto o mal (Jó 2:10). No final deste tempo de aflição eu tive que confessar com Jó: “Eu te conhecia só de ouvir mas agora os meus olhos te vêem” (Jó 42:5).
Quando o nosso mundo desaba com os vendavais da vida, ou perdemos a saúde a pedido do diabo, podemos dizer como o apóstolo Paulo: “Eu sei em quem tenho crido” (II Tm.1:12)? Nossas reações numa hora como essa nos mostram a base de nossa fé, se é o próprio Deus ou apenas as bênçãos que estamos acostumados a receber.
Há muitos ventos de doutrina assolando a igreja atualmente, deixando muitos irmãos confusos e frustrados. Mas são as mesmas velhas astúcias do diabo, envoltas em roupagens modernas e coloridas. É como diz Oswald Chambers1 : “São coisas justas, nobres e boas do ponto de vista natural que nos mantêm afastados do melhor de Deus”. Pode ser a atração de “cair no Espírito”, de rir sem parar, de ficar rico, de ter autoridade sobre anjos, de ter saúde perfeita, de ir ao céu e voltar, de ter uma visão de Jesus, de ouvir a voz audível de Deus falando com você, de andar de carro importado, ou outra “bênção” qualquer. Tudo que nos faz tirar os olhos de Jesus, o Filho de Deus, nosso ADONAI (SENHOR), em quem devemos estar crendo sem vacilar, se tornará em armadilha para as nossas almas. O povo de Israel no deserto aceitava os sinais, milagres e bênçãos, mas queria distância do Deus que os amava e abençoava.
Deus pode nos dar ou deixar de dar quaisquer bênçãos materiais. A questão é se vamos confiar nEle mesmo quando não as recebermos. Deus permitiu a degola de João Batista a pedido de uma mulher adúltera, a crucificação de Jesus apesar de sua inocência, e ataques do inimigo contra Paulo durante toda sua vida. Nós aceitamos tudo isso sem problema, mas não aceitamos que Deus possa permitir uma calamidade em nossa vida. Achamos tempo para correr atrás de cada nova promessa de bênção, unção e manifestação, mas não temos tempo para meditar dia e noite na Palavra para conhecermos ao Deus eterno de quem fluem todas as bênçãos espirituais que já são nossas em Cristo Jesus.
Vivemos dias difíceis. E a Bíblia promete dias piores antes da vinda de Jesus. Muitos estão sendo enganados e a fé de muitos está se esfriando. Se quisermos perseverar e permanecer fiéis até o fim, há uma única maneira de nos salvar do engano e das astúcias do inimigo: Uma vida de INTIMIDADE com DEUS através da INTIMIDADE com a PALAVRA. Que a nossa atitude seja, não a do povo de Israel, à busca de bênçãos, e sim, a de Moisés, expressa em Êxodo 33:13: “…rogo-te que me faças saber neste momento o teu caminho, para que eu te conheça, e ache graça aos teus olhos…”Você conhece a Deus?” Quantas vezes usamos esta pergunta para descobrir o estado espiritual de alguém.
O prefeito de Cataguases, em entrevista a uma emissora de rádio, disse que preferiu comprar o Edgard Cine-teatro, em vez de adquirir a Casa da Rua Alferes. Alegou ter tomado essa decisão por julgar o cinema mais importante para o município. Mero exercício de retórica e que carece de fundamento.O cinema foi projetado pelos arquitetos Aldary Toledo e Carlos Leão na metade do século passado (1953). O prédio é constituído pelo Edgard Cine-Teatro, no térreo, Secretaria de Cultura, pavimento superior e lojas subterrâneas. Foi tombado pelo Iphan – Instituto do Patrimônio Artístico Nacional por conta de suas características modernistas. Sem dúvida, trata-se de uma arrojada construção. Oferece acomodação para 980 pessoas, sem contar o “balcão”, atualmente desativado; possui um belo e amplo palco, camarins e bastidores.
Já a Casa da Rua Alferes, embora não tenha merecido maior atenção e estudos do Iphan, provavelmente, teve sua construção iniciada ainda no final do século XIX. Foi a terceira residência da zona urbana do município. O imóvel, agora em “terra nua”, fica no número 130 da Rua Alferes Henrique José de Azevedo. Pertence aos herdeiros do senhor Antônio Januário Carneiro, antigo, serventuário da Justiça. Os que ali moravam davam ênfase às características históricas da construção, hoje demolida: alicerce (ou base), construído com a sobreposição de grandes pedras, provavelmente com mãos escravas; telhado em estilo colonial; pé-direito elevado; muitos cômodos, todos janelados, não faltando os destinados às visitas; varanda com acessos laterais; cozinha com fogão a lenha e quintal com fruteiras produzindo em profusão. Tudo reproduzia ali a estética da época dos que escapavam à realidade de uma vida mais simples, sem maiores fortunas.
Até meados do ano, a Casa da Rua Alferes foi objeto de desapropriação pública, processo iniciado ainda no governo Tarcísio Henriques. Num de seus últimos despachos, em meados de 2010, a juíza concedeu sua posse ao município, mediante depósito judicial de seis parcelas de R$ 40.200,00. A prefeitura, em petição, renunciou a esse direito alegando falta de recursos. O processo foi encerrado e é fato consumado que nosso prefeito deixou de comprar por R$ 240 mil, em seis vezes, um imóvel que, hoje, já deve ter sido negociado na iniciativa privada por R$ 750 mil. É preciso deixar registrado também que o Superintendente do IPHAN Minas, senhor Leonardo Barreto, esteve no imóvel e comprometeu-se a buscar recursos federais para a sua restauração, caso o município efetivasse a sua compra e o repassasse para o Governo Federal. O instituto tinha a intenção de abrigar ali o seu escritório de representação, uma reivindicação antiga do Conselho de Engenharia de Cataguases.
O Cine – Edgard também entrou em processo de desapropriação no mês passado. Ainda não foi adquirido, como anunciado. O Decreto foi publicado quando a proprietária, residente na cidade de Ubá- MG, pegando a onda da divulgação de uma infundada nota do jornalista Anselmo Góis no O Globo, encaminhou ofício à prefeitura, comunicando não ter interesse de manter o contrato de locação com o município. A senha de que pretendia vender o imóvel estava dada e a Procuradoria corretamente, decretou a sua desapropriação.
Não há dúvidas de que o valor pecuniário do Edgard Cine-Teatro, a ser atribuído pela justiça para conceder a sua posse provisória ao município, será bem maior que o estabelecido para a aquisição da Casa da Rua Alferes. Nosso prefeito, o mesmo que abriu mão de comprar um imóvel por R$ 240 mil, em seis parcelas alegando não ter dinheiro, espero, já deve ter merecido do governador de Minas, Antônio Anastasia, um compromisso de aporte desses recursos para fazer frente à demanda da compra do cinema. Caso contrário, estaremos convivendo com mais um blefe público e o processo de desapropriação do Edgard Cine-Teatro seguirá o destino dado ao da Casa da Rua Alferes: será encerrado e o prédio poderá também ficar sob os desígnios da iniciativa privada e sua lógica arrecadadora. Minha esperança é de que o governador tucano, vencido nas urnas em nossa cidade, já tenha “digerido o sapo“ e agora esteja pensando em aqui investir, como estratégia de conseguir reconhecimento político e votos no futuro. Será?
Por Vanderlei Pequeno(Vereador)
O MAU POLITICO E A IRRESPONSABILIDADE DO VOTO.
janeiro 5, 2011 by damasio
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O MAU POLITICO E A IRRESPONSABILIDADE DO VOTO.
O mau político, não começa sua carreira com esse atributo, através de sua atuação parlamentar, é que podemos assegurar se o mesmo é bom ou mau, e então de todas as formas possíveis impossibilitar, sua re-eleição.
Porém se o mesmo consegue o seu intento de se re-eleger, é porque os eleitores ou são irresponsáveis ou não estão informados, não tenho a menor duvida, que aqui em Cataguases as duas coisas acontecem e com muita freqüência.
È também forçoso reconhecer, que este fato se apresenta muito mais na eleição dos Srs. Vereadores, que do Srs. Prefeito e Vice, uma vez que os candidatos ao executivo se expõem mais, com contacto mais direto com o eleitor durante a campanha.
Faço este preâmbulo, para afirmar que se queremos uma Câmara atuante forte, que defenda os interesses da cidade e da população, temos que participar, e ai sim com presença, questionamentos, sugestões, poderemos sem nenhuma possibilidade de errar, dizer: A CAMARA MUNICIPAL DE CATAGUASES É RUIM OU OTIMA OS SRS VEREADORES SÃO OU NÃO DIGNOS DE PLEITEAR UMA RE-ELEIÇÃO.
Hoje o legislativo esta a vontade, sem questionamentos, poucos projetos polêmicos, e os que poderiam ser são controlados pelo executivo, que impõe a casa seus desejos, aprovados pela ampla maioria construída desde o inicio da atual legislatura.
Então o que temos a fazer, ir a Câmara e começar a transformar a vida dos atuais parlamentares em mais ativa, com sugestões, trocas de idéias e cobranças na acepção da palavra, são atitudes que certamente não agradarão aqueles, que fazem do mandato um mero instrumento de auferir um salário, que como já disse em outro artigo, sem duvida é um dos salários/hora mais alto do mundo.
De minha parte, não tenho como hoje julgar a Câmara, seria uma irresponsabilidade, já participei de duas reuniões e tenho uma leve avaliação, mas do momento em que continuadamente tomar parte das mesmas, ai sim poderei ter um ponto de vista mais objetivo, e também subsídios para poder escrever, nos veículos que me dão espaço sobre a Câmara Municipal, e seus atores principais os Srs. Vereadores.
Faço aqui um questionamento: Se a Câmara estivesse com o plenário cheio de participantes, O Vereador Fernando de Sereno colocaria o projeto do torcedor tricolor em plenário, para votação?Eu tenho minhas duvidas.
De minha parte vou começar a ir às sessões da Câmara, quem estiver de acordo que me acompanhe.
Alfredo Loureiro
leia
imagem alfredo
O mau político, não começa sua carreira com esse atributo, através de sua atuação parlamentar, é que podemos assegurar se o mesmo é bom ou mau, e então de todas as formas possíveis impossibilitar, sua re-eleição.Porém se o mesmo consegue o seu intento de se re-eleger, é porque os eleitores ou são irresponsáveis ou não estão informados, não tenho a menor duvida, que aqui em Cataguases as duas coisas acontecem e com muita freqüência.
È também forçoso reconhecer, que este fato se apresenta muito mais na eleição dos Srs. Vereadores, que do Srs. Prefeito e Vice, uma vez que os candidatos ao executivo se expõem mais, com contacto mais direto com o eleitor durante a campanha.
Faço este preâmbulo, para afirmar que se queremos uma Câmara atuante forte, que defenda os interesses da cidade e da população, temos que participar, e ai sim com presença, questionamentos, sugestões, poderemos sem nenhuma possibilidade de errar, dizer: A CAMARA MUNICIPAL DE CATAGUASES É RUIM OU OTIMA OS SRS VEREADORES SÃO OU NÃO DIGNOS DE PLEITEAR UMA RE-ELEIÇÃO.
Hoje o legislativo esta a vontade, sem questionamentos, poucos projetos polêmicos, e os que poderiam ser são controlados pelo executivo, que impõe a casa seus desejos, aprovados pela ampla maioria construída desde o inicio da atual legislatura.
Então o que temos a fazer, ir a Câmara e começar a transformar a vida dos atuais parlamentares em mais ativa, com sugestões, trocas de idéias e cobranças na acepção da palavra, são atitudes que certamente não agradarão aqueles, que fazem do mandato um mero instrumento de auferir um salário, que como já disse em outro artigo, sem duvida é um dos salários/hora mais alto do mundo.
De minha parte, não tenho como hoje julgar a Câmara, seria uma irresponsabilidade, já participei de duas reuniões e tenho uma leve avaliação, mas do momento em que continuadamente tomar parte das mesmas, ai sim poderei ter um ponto de vista mais objetivo, e também subsídios para poder escrever, nos veículos que me dão espaço sobre a Câmara Municipal, e seus atores principais os Srs. Vereadores.
Faço aqui um questionamento: Se a Câmara estivesse com o plenário cheio de participantes, O Vereador Fernando de Sereno colocaria o projeto do torcedor tricolor em plenário, para votação?Eu tenho minhas duvidas.
De minha parte vou começar a ir às sessões da Câmara, quem estiver de acordo que me acompanhe.
Alfredo Loureiro

